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Missão Permanente da República de Angola junto dos Escritórios das Nações Unidas e Organizações Internacionais em Genebra PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Bem-vindo à Página da Missão de Angola

A Missão Permanente de Angola junto das Nações Unidas em Genebra (Suiça), dá as boas vindas aos seus usuários e espera que esta página venha contribuir para o conhecimento da realidade Angolana e Mundial.

O Sector de Imprensa pretende deste modo fornecer alguns subsídios ao público sobre a realidade política, económica, social, desportiva, cultural e turística de Angola. A página estará disponível nas línguas portuguesa, inglesa e francesa.

Matérias sobre a actividade diplomática nas Nações Unidas e Organizações Internacionais sedeadas em Genebra, constarão igualmente na página.

Esperamos poder satisfazer as necessidades dos seus usuários.

 
História PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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HISTÓRIA

Angola está localizada na Costa Ocidental de África, mas concretamente na Região Austral, delimitada a Norte e Nordeste pela República Democrática do Congo e Congo Brazzaville, a Leste pela Zâmbia, a Sul pela Namíbia e a Oeste banhada pelo Oceano Atlântico.

Com uma linha de costa de 1.650 kms, estende-se para o interior, ocupando uma área de 1.246.700 km2. Está dividida em 18 provinciais, sendo Luanda a sua capital.

Vestígios de presença humana encontrados em algumas regiões, principalmente Luanda, Mbanza Congo e Namibe, demonstram que o território angolano é habitado desde a época da pré-história.

Migrações de povos vindos do Norte, os Bantus, impuseram-se aos habitantes então dominantes. Dispersando-se na vastidão do país, os Bantus foram-se constituíndo em grupos, que deram origem às actuais etnias. No século XIII a estruturação social e política de alguns destes grupos deu origem ao Reino do Congo e de outros Reinos, que conferiram ao território uma organização política e social equilibrada.

Esta é a situação que o navegador português Diogo Cão encontrou, em 1482, quando à frente de uma frota chegou a foz do rio Zaire. Estabelecem-se, a partir daquela altura, relações cordiais entre os portugueses e os soberanos do Reino do Congo, com trocas comerciais, relação quebrada quando Paulo Dias de Novais inicia a ocupação e administração directa da costa marítima através da colocação de várias capitanias. Paralelamente, iniciou-se o comércio de escravos face às necessidades de mão-de-obra no Brasil que se manteve até ao século XIX, quando Sá da Bandeira conseguiu aprovar em Portugal legislação a abolir a escravatura.

A partilha de África, em 1884-1885, obrigou os portugueses a uma prolongada luta pela ocupação e administração de todo o território, que só foi concretizada no final da primeira Guerra Mundial.

Entretanto, a pacificação começou a ser pertubada no início da década de 50 com movimentos nacionalistas cujas reivindicações de autonomia determinaram uma luta de libertação entre 1960 e 1974, ano em que acontece a queda do regime ditatorial vigente em Portugal e que conduziu a independência do país proclamada em 11 de Novembro de 1975, por António Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola.
atualizado em Sexta, 29 Outubro 2010 15:04
 
Cultura e Artes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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CULTURA E ARTES

Angola tem cerca de 24 milhões  e meio de habitantes distribuídos principalmente pela orla costeira e planalto central ocidental (região do Huambo). A densidade populacional é de 11,2 habitantes por km2.

A população é composta de várias etnias, a maior parte das quais de origem Bantu, sendo os mais numerosos os ovimbundos, os kimbundos e bakongos, com uma diversidade que compõem o país de uma comunidade cultural muito rica. Além destes, encontram-se ainda os bosquímanos no sudoeste do território.

A língua oficial é o português e existem mais de 42 dialectos, sendo os mais falados, considerados línguas nacionais: o Umbundo, Kimbundo e Kikongo.

A riqueza cultural de Angola manifesta-se nas mais diversas áreas. A música já é bastante conhecida e ritmos como o kizomba, semba, rebita e os novos estilos kabetula, zouk e kuduro, animam as noites no país. As danças tradicionais, com saliência para a rebita, da região de Luanda, também têm um lugar de destaque, assim como a gastronomia que é muito variada e rica (muamba, ginguinga, calulú, mufete, bagre fumado, kizaka, saca folha, muzongué, etc.).

No que diz respeito ao artesanato existe uma variadade de materiais utilizados e estatuetas(o pensador, considerado o símbolo da cultura angolana) em madeira, máscaras (muana-pó)para danças rituais, instrumentos musicais (marimba, kisange e ungo), objectos de uso comum ricamente ornamentados, pinturas a óleo e areia, são formas de expressão de excepcional qualidade artística, que se podem encontrar em museus, galerias de arte e feiras.

As festas tradicionais ligadas às etnias locais estão carregadas de forte valor cultural, transmitido através de várias gerações. O carnaval é a mais popular, dançado em todas as regiões do país. Referência também para as festas da Kianda, na cidade de Luanda, e da Nossa Senhora do Monte, no Lubango (provincia da Huila) e do mar, no Namibe.
atualizado em Segunda, 20 Outubro 2014 17:15
 

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